Mensagem do Presidente

Exmos. Senhores,

O exercício de 2021 foi inevitavelmente marcado pelo prolongamento da pandemia COVID-19 com impacto global, regional e local. A pandemia exigiu do Banco e dos colaboradores um esforço acrescido para continuar a servir os nossos clientes assegurando padrões de segurança sanitária com foco na saúde e bem-estar de clientes, colaboradores e suas famílias. A pandemia COVID-19 impulsionou também novas formas de trabalho à distância e de colaboração dentro da organização bastantes desafiantes. Como Presidente do Conselho de Administração do Finibanco Angola quero agradecer, saudar e realçar a notável capacidade de adaptação e inovação demonstrada pelos órgãos executivos, direcção e todos os colaboradores que permitiu que a operação do Banco fosse afectada de forma mínima e que a qualidade de serviço se conseguisse manter.

No plano económico, 2021 foi um ano de continuação da implementação de reformas no quadro macroeconómico nacional e regulamentar no sentido do aumento da transparência, de melhoria das práticas de governação de todo o sistema financeiro e do reforço da solvabilidade dos bancos angolanos. A progressiva estabilização e valorização do kwanza abriram novas perspectivas para a actividade bancária em 2022.

Neste contexto complexo, mas com evidentes sinais de retoma, o Finibanco reforçou e afirmou a sua identidade de Banco de referência no mercado angolano. Em 2021, o Finibanco continuou a cumprir o compromisso de ser um agente empenhado no desenvolvimento a longo prazo da economia Angolana tendo passado com distinção todos os desafios que a situação do País coloca.

Em 2021, assistimos ao reforço do sistema de controlo interno, à melhoria das capacidades técnicas da nossa equipa, ao aumento da sua dinâmica comercial num contexto muito complicado, ao reforço dos requisitos em matéria de Branqueamento de Capitais e Financiamento ao Terrorismo e ao reforço da Gestão dos Riscos.

O Finibanco fez um esforço notável na revisão de muitas das suas políticas por forma a reforçar todos os mecanismos de controlo acompanhando a evolução da regulação. Estas revisões destinadas a actualizar todo o quadro de actuação do banco foi efectuada com foco último nos nossos Clientes, razão primordial da existência do Finibanco, cuja confiança tentamos merecer todos os dias promovendo um serviço personalizado e de qualidade. Esta evolução faz-nos enfrentar os exercícios de avaliação dos reguladores e o escrutínio dos nosso Clientes com renovada confiança.

Hoje somos seguramente uma instituição com maior reconhecimento, mais sólida, modernizada e cada vez mais relevante na vida dos nossos clientes o que nos permite encarar os anos vindouros com confiança e optimismo. O Finibanco desempenhará o seu papel na construção de uma economia mais equilibrada e justa e na modernização e aumento de eficiência do sector bancário em Angola.

Durante 2021, o Finibanco procedeu a uma transição tranquila nos seus órgãos de gestão. Uma palavra de apreço à Comissão Executiva (a que iniciou o ano e a que o terminou) pela sua liderança, capacidade de adaptação, inovação e pela modernização do modelo de negócio que se verificou na gestão e cujo sucesso se reflecte na performance positiva alcançada.

Cumpre-me ainda agradecer a toda a equipa, em especial aos colaboradores e aos membros dos Órgãos Sociais do Finibanco, pela sua disponibilidade e lealdade, sempre na defesa dos interesses do Banco, dos seus clientes e da Economia angolana. As circunstâncias particulares dos últimos dois anos reforçaram a cultura organizativa do Banco e a noção de que, unidos pela nossa humanidade e fragilidades comuns, estamos todos no mesmo barco, somos todos o mesmo Banco.

Deixo também uma palavra de reconhecimento aos nossos clientes e às entidades governamentais e reguladoras pela confiança e apoio demonstrados. Por último, a minha gratidão aos Accionistas pela confiança manifestada na equipa de gestão e pelas suas contribuições que foram determinantes.

 

Nuno Mota Pinto

Presidente do Conselho de Administração

 

 

 

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